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domingo, 5 de junho de 2016

I´m hot, baby! O feitiço de Poison


Hoje, 5 de junho de 2016, faz praticamente 1 ano que o blog encontra-se abandonado. Creio que mil desculpas não serão bastante, e nem vou tentar justificar o por quê do abandono. Sim... minha vida nesse ano de ausência foi uma montanha-russa, contudo não entrarei em detalhes como prometido.

Enfim... caros, estou de volta.

Apesar de ser batido e explorado ao extremo nesses últimos tempos, o tema abordado é interessante pela maneira da qual entrei de cabeça... (ops). Poison! Uma... um... (?) personagem NPC esquecida... o... (?) nos becos escuros e fedidos de Metro City. Juntamente com sua guangue, Mad Gear, tenta tomar a cidade das mãos do então prefeito Mike Haggar. O político brutamontes, ex-lutador profissional, é auxiliado pelos parceiros de briga, Cody e Guy. Os três saem pelas ruas distribuindo porradas e bicas em que estiver atrapalhando o caminho, inclusive em nossa Poison... coitada. (nossa?). Pincelei o enredo, pois o tema central é a musa de madeixas rosas. Poison nasceu juntamente com o primeiro game da franquia... lá no ano de 1989. (Detalhe... o jogo era para se chamar Street Fighter 89; uma continuação do primeiro game do famoso hadouken, escovão, cuz cuz, facão, pirulito, mini taxi e por aí vai. Porém essa é uma outra história).

Qualé?!  mexeu comigo... mexeu com o bonde

Apesar da garota aí possuir uma "irmã gêmea" de cabelos na cor laranja, Roxy, foi a tchutchuca batizada com o nome da banda glam rock dos anos 80 que despertou o interesse da Capcom em polemizar, principalmente em relação ao seu suposto sexo, e lucrar além das variadas versões de Street. Mas enfim... Como me liguei em seu carisma? Estava eu a fazer bike... (faz uns 3 anos) e assistindo a vários vídeos de games em meu note quando vi o trailer de Street Fighter x Tekken. (o jogo foi lançado 1 ano depois que conheci). O crossover foi apresentado de diversas maneiras, mas foi através do vídeo abaixo que meu amor floresceu... ui!



No mesmo momento parei o que estava fazendo e pensei: - "Caralho! Preciso ter esse jogo!" Fã da franquia de Ryu e Ken há muito tempo, eu  conclui precisava ter aquele game tanto pelo jogo em si quanto pela Poison. Tinha comprado um PS3 e sabia que o console  da Sony possuía a versão. Então no dia seguinte, no Mercado Livre, adquiri uma cópia por R$ 50. Tudo bem que o jogo era nos padrões mercenários da senhora Capcom, e parece que a Namco entrou nessa jogada também com vários personagens só disponíveis por DLC, mas valeu a pena. Fiquei bom em jogar com a Poison no modo online. Até que conseguia bons resultados contra os moleques viciados com personagens de hadoukens. Nesse ínterim assisti um documentário gringo sobre a história da personagem desde os primórdios até os atuais dias. O vídeo pode ser assistido abaixo. Recomendo!:) 


Polêmicas a parte, inúmeras garotas (acho eu) resolveram brindar com Poisons e mais Poisons... Uma melhor que a outra. Mas a minha favorita é essa... :) Até uma próxima. 

Ops... foto errada!

Melhorou... Essa sim!

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Street Fighter The Movie: Um filme para ser esquecido?


Lá nos áureos anos da década de 90, a Capcom estava nas nuvens com sua mais bem sucedida franquia; o Street Fighter. Plataformas se estapeavam para ver quem lançava o port mais bem feito do arcade. Só para enumerar esse sucesso estrondoso, dois anos após seu lançamento, em 1991, Street Fighter II lucrou cerca de US$ 1.5 bilhões. No ano seguinte, o game já tinha sido jogado por mais de 25 milhões de pessoas nos Estados Unidos. 

Tanto para o Super Nintendo quanto para o Mega Drive, Street Fighter II vendeu no total de 14 milhões de cópias.

Do luxo ao lixo 

Pois bem... E para aproveitar o sucesso de vendas foi produzido e lançando em 1994 aquele que viria a ser considerado um dos piores filmes sobre jogos de videogame, juntamente com o longa destruidor de infância, Super Mário. 

Escrito e dirigido pelo diretor estadunidense, Steven E.de Souza, o filme contava como sua estrela principal o ator Jean Claude Van Damme que interpretou o personagem Guile. Uma coisa que revoltou muitas crianças naquela época é que o filme inteiro é focado nesse lutador. 

Van Damme é a estrela do filme 

Os principais lutadores do jogo, Ryu e Ken, ficaram negligenciados com papéis de simples coadjuvantes. A versão para o cinema de Street Fighter contou com outras participações de peso como, por exemplo, a cantora pop, Kylie Minogue, no papel da belíssima lutadora britânica Cammy, e o consagrado e prestigiado ator, Raúl Juliá, finalizando sua vida no papel do "big boss" M. Bison.

A cantora Kylie Monigue no papel de Cammy. Até que ela ficou bem parecida com a personagem

Quando me referi que Raúl Juliá finalizou sua vida no papel de Bison é que 2 meses antes do lançamento de Street Fighter, em dezembro, o ator foi vítima de um derrame cerebral e veio, infelizmente, a falecer aos 54 anos. Esse foi seu último trabalho nas telonas. 

O ator Raúl Juliá é homenageado nos créditos do filme 

O filme tem outras bizarrices como E. Honda havaino e não japonês, Balrog como cinegrafista de Chun Li e várias outras. Por fim, quem nunca teve a oportunidade de prestigiar essa pérola gamer para os cinemas deixo o filme abaixo. Quem é fã da franquia vai se decepcionar e muito com essa produção... essa é minha opinião. Contudo, o filme foi sucesso de bilheteria com a receita de US$ 99.423,521. Muita grana para um filme tão mal feito.


Filme legendado de Street Fighter: A Última Batalha, nome brasileiro do longa

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